África e Africanidades

Espaço destinado a reflexão, discussão e divulgação de temáticas africanas e afro-brasileiras.

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CONGRESSOS

Estudos Africanos - Estudos Asiáticos - Estudos Afro-Brasileiros - Relações InternacionaisIX Congresso da ALADAA-B
Rio de Janeiro – 25, 26 e 27 de setembro de 2008
Universidade Candido Mendes
Centro de Estudos Afro-Asiáticos - CEAATema: Sociedade Civil Global:Encontros e Confrontosnformações e Inscrições: ww.aladaab.com.br

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CURIOSIDADES

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As Fitinhas do Senhor do Bonfim, como são conhecidas hoje e tão difundidas, são chamadas de “medidas” porque tradicionalmente tinham a medida do comprimento do braço direito da imagem do Senhor do Bonfim. Juntamente com as “medidas” eram impressos santinhos (registros como eram chamados as litografias à tinta dourada). O “axé” que a Lavagem do Bonfim difundiu envolvendo o templo e a própria imagem, predomina no sentido religioso da fitinha, que passou a ser vista como elo entre o portador e o Orixá maior “Oxalá”. O devoto do Senhor do Bonfim, escolhe sua fitinha de acordo com o Orixá a que pertence, ou com o Orixá do dia da visita. A tradição oral preservada pela superstição incorpora-se à fitinha, que deixou de ser um simples marco da festa para adquirir o papel de simulacro de energia espiritual, amarrada no pulso, como uma pulseira atada por três nós, cada um ao ser dado recebe um pedido secreto, por isso, a fitinha deve permanecer atada ao pulso, até cair por si, sinal de que os pedidos serão realizados.

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TEATRO

ns-teatro.jpgAuto da Escrava Anastácia no Rio de Janeiro. Em comemoração aos 120 anos da Abolição da Escravatura no Brasil, artistas da Nossa Senhora do Teatro, através de técnicas diversas, sob texto e direção artística de Ricardo Andrade Vassílievitch, preparação de corpo de Jefter Paulo e pesquisa e consultoria de Nágila Oliveira dos Santos apresentam o Auto da Escrava Anastácia, uma leitura cênica-musical da história da personagem Escrava Anastácia, um misto de mártir, heroína e santidade que permeia o imaginário popular brasileiro como símbolo de resistência da população negra.
As apresentações são gratuitas e estarão voltadas para o público em geral. Acontecerão de 12 a 16 de maio na estação Central do Brasil, também, no Centro Cultural José Bonifácio, Praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, Olaria e Aldeia de Arcozelo em Paty do Alferes entre outros.
Os ensaios serão abertos e acontecerão na garagem da Central do Brasil, RJ.
Maiores Informações: 21 3773 8375

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EM DVD

ABC da África
IRÃ-FRANÇA (2001)
84 minutos - colorido

abcafricapic1.jpgSinopse: Em meados dos anos 80, a Uganda sofria com a devastação causada pela guerra civil. A conseqüência: milhares de mortos e um número ainda maior de crianças órfãs. Nesse contexto surgiu a Uweso (Uganda Women Effort to Save Orphans), entidade que tenta, desde então, dar assistência e condições de vida aos milhares órfãos da guerra.
Mais de quinze anos depois, a guerra civil parece ter cessado. A Uweso continua o seu trabalho de ajuda das crianças órfãs. Entretanto, o motivo agora não é mais a guerra, mas sim algo mais cruel e devastador: a AIDS, aliada ao descaso mundial, não apenas com o pequeno país, mas com todo o continente africano. Em 2000, os órfãos ugandenses somavam 1,6 milhão num total de 22 milhões de habitantes. Em um ano, dois milhões de adultos morreram da doença. E os números tendiam a aumentar.
Para alertar o mundo para tal tragédia, a ONU decidiu chamar o diretor iraniano Abbas Kiarostami para registrar o trabalho da Uweso. O resultado pode ser visto no documentário ABC África. Trata-se de um filme de encomenda, portanto.abcafricapic1.jpgabcafricapic1.jpg

Veja relação completa da Cinemateca do Espaço África e Africanidades

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MUSEUS E CENTROS CULTURAIS

Museu da Abolição – Centro de Referência da Cultura Afro-Brasileira.

Atualmente, o Museu dispõe de uma sala de exposição permanente denominada “Memorial”, estão expostas 39 peças do cotidiano dos senhores e dos escravos, que vai do Sincretismo religioso aos objetos utilizados no trafico dos negros e outros objetos, que fazem parte do acervo, propiciando ao espectador um encontro com os símbolos do processo de formação da cultura brasileira. Mais do que contar a história, a sala do “Memorial” é um espaço de emoção/ reflexão, que provoca associações e evoca situações do passado e do presente. Indagações e questionamentos a respeito da Escravidão, Abolição, Racismo, Violência, Diversidades Culturais, Identidade Brasileira e Cidadania, são apresentados.
Endereço: Rua Benfica, 1.150 _ Madalena _ Recife _ PE _ Cep. 50.720 - 001
Tel: 81 2283011.
Visitação: de segunda a sexta-feira - Horário: 9h às 12h - 14h às 17h.

Veja ao lado a relação completa de Museus e Espaços Culturais. →

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GRUPOS CULTURAIS - BRASIL

O trabalho do grupo ALADAMEJI, de São Paulo, tem por objetivo democratizar e disseminar o acesso a cultura afro-brasileira e contribuir para sua promoção divulgação e incentivo. As coreografias realizadas nos eventos buscam apresentar novos olhares sobre temas étnicos e contemplam as mais diversas culturas abrangendo a dança e a arte como programas educativos.

Mais informações sobre o grupo veja na página de Classificados do Espaço África e Africanidades.

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ENTREVISTAS

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Piedade Marques, ativista da Articulação Negra de Pernambuco fala sobre avanços e retrocessos do movimento negro no Brasil, a situação da mulher negra em Pernambuco e sobre a implantação da lei 10.639/03. Veja entrevista na íntegra.

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Espaço África e Africanidades entrevista Sônia Maria Santos, pesquisadora e apresentadora que relata sua experiência junto a FUNEMAC, como coordenadora auxiliar do curso de pós-graduação Estudos Culturais e Históricos da Diáspora e Civilização Africana e sua inserção na mídia como apresentadora do programa Africanidades, na TV Litoral. Os resultados e expectativas sobre a lei 10.639/03 e a análise da inserção da mulher negra na mídia brasileira, também foram temas abordados. Inteligente, inquieta e provocadora são as caracteísticas da entrevista de Sônia Maria Santos. Veja entrevista na íntegra.

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Escritora Sonia Rosa fala ao Espaço África e Africanidades sobre seu encontro com a Literatura, incentivo à leitura, lei 10.639/03 e projetos para o futuro.Veja entrevista na íntegra.


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DISCUTINDO E TECENDO PARCERIAS

Espaço África e Africanidades participou do Evento Afrobrasilidade – Recomendações e Desafios para a Implantação da Lei 10.639/03, nos dias 08 e 09 de outubro de 2007, coordenado pelo IARA (Instituto de Advocacia Racial e Ambiental) e pelo NIREMA (Núcleo Interdisciplinar de Reflexão e Memória Afrodescendente da PUC – RJ) na PUC-RJ.

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Veja cobertura completa do evento.