Arte Africana - Acervo do MAE/ SP

Máscaras Semuflo (Mali)

    

Boneca Akuabá - (Ashanti)

  

Pentes

     

     

AÇÕES AFIRMATIVAS: ESSE É O CAMINHO.

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Com organização de Maurício pestana a cartilha aborda a questão das cotas nas universidades brasileiras, além da questão do racismo cotidiano muitas vezes despercebido.

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IANSÃ

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Iansã: Iansã é um Orixá feminino muito famoso, sendo uma das mais populares figuras entre os mitos do Candomblé no Brasil, em Portugal e em África, onde é predominantemente cultuada sob o nome de Oyá. Para apresentar mais detalhes sobre a história desta importante orixá, a FCP/MinC lança esta cartilha ilustrada falando sobre a orixá, através de belas ilustrações e conta a história de Iansã com uma narrativa criativa e atual.

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ONDE ESTÁ O NEGRO NA TV PÚBLICA

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A Fundação Cultural Palmares, através deste trabalho, fruto de uma criteriosa pesquisa, intitulado - “ONDE ESTÁ O NEGRO NA TV PÚBLICA?” visa, essencialmente, dar a sua parcela de contribuição para esta vital discussão que é a democratização da comunicação no Brasil, em particular das Tvs Públicas. Apresenta uma reflexão profunda sobre os conteúdos atuais e futuros deste importante veículo de comunicação, que é a televisão.

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A GRANDE REFAZENDA

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Idealizada pela Fundação Palmares/Ministério da Cultura, A Grande Refazenda - África e Diáspora Pós II CIAD reúne o olhar de intelectuais e protagonistas do processo de afirmação étnica brasileira sobre as conseqüências trazidas pela Conferência e o CIAD CULTURAL, na construção da democracia racial brasileira e na inter-relação do Brasil com a África e os demais países diásporos.

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Mercados e Cidades

Campos e Florestas

Resistência que também vem da natureza…

Caminho das Águas

Bolo de Ananás Angolano

Ingredientes

- 400 gr de farinha de trigo
- 1 lata(s) de abacaxi em calda
- 6 unidade(s) de ovo
- 350 gr de açúcar União
- 150 gr de manteiga
- 2 colher(es) (chá) de fermento químico em pó
- 150 gr de calda de caramelo

Modo de preparo

Passe o caramelo em uma forma de buraco e vá colocando o abacaxi em rodelas. Reserve.
Bata bem a manteiga com o açúcar até ficar em creme.
Adicione os ovos, um a um, batendo bem em cada adição.
Junte a farinha misturada com o fermento, envolvendo bem com uma colher.
Despeje a massa na forma e leve ao forno médio para assar, cerca de 1 hora. Espete com um palito e, se sair seco, estará pronto.

Muamba de Galinha - Angola

Ingredientes

- 01 galinha caipira
- 600 gr de pupunha
- 300 gr de quiabo
- 03 pimentas de cheiro
- sal a gosto

- 100 ml de azeite
- 2 dentes de alho
- 2 cebolas
- 350 gr de abóbora de pescoço
- 1 litrode água fervente

Modo de preparo

Lave e limpe muito bem a galinha. Corte-a em pedaços e tempere com sal, os dentes de alho e o pimenta de cheiro picados.
Aqueça um tacho com o azeite e refogue a cebola e os pedaços de galinha. Deixe que dourem.
Acrescente a água e deixe cozinhar por cerca de 20 minutos, com o tacho fechado. Acrescente o palmito em rodelas e a abóbora cortada em cubos. Deixe cozinhar 10 minutos. Por fim, junte os quiabos e deixe acabar de cozinhar, aproximadamente por 10 minutos. Corrija os temperos e sirva no próprio tacho.

Muanba de Peixe

TEMPO DE PREPARO: 50 minutos
RENDIMENTO: 5 Porcoes

INGREDIENTES:
1,5 kg de garoupa em postas
 óleo de palma
2 cebolas
2 dentes de alho
200 gr de quiabos cortados ao meio
2 beringelas sem pele cortadas em tiras
300 gr de abóbora cortada em quadrados
1 pepino sem semente e em tiras
Sal e gindungo

MODO DE PREPARO:
Dourar no óleo de palma a cebola e o alho, juntando em seguida os quiabos,  as beringelas,o pepino  a abóbora.  Adicionar  um pouco de água e juntar o peixe, o sal e o gindungo. Acrescentar um pouco mais de água e deixar cozinhar.

Servir com funge

Culinária angolana

Simplicidade, originalidade a partir de ingredientes frescos e sabores contrastantes caracterizam a culinária angolana na qual podemos destacar os deliciosos funges de bombó e de milho, a maomba de galinha, o feijão em óleo de palma  e os saborosos mufetes de cacuso e de sardinha.

República Democrática de São Tomé e Príncipe

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INDEPENDÊNCIA TOTAL

LETRA: Alda Graça Espírito Santo
MÚSICA: Quintero Aguiar

.
Independência total
Glorioso canto do povo
Independência total
Hino sagrado combate
Dinamismo
Na luta nacional
Juramento eterno
No país soberano
De São Tomé e Príncipe
Guerrilheiro da guerra sem armas na mão
Chama viva na alma do povo
Congregando os filhos das ilhas
Em redor da Pátria Imortal
Independência total, total e completa
Construindo no progresso e na paz
A Nação mais ditosa da terra
Com os braços heróicos do povo
Independência total
Glorioso canto do povo
Independência total
Hino sagrado combate
Trabalhando, lutando e vencendo
Caminhamos a passos gigantes
Na cruzada dos povos africanos
Hasteando a bandeira nacional
Voz do povo, presente, presente em conjunto
Vibra rijo no coro da esperança
Ser herói na hora do perigo
Ser herói no ressurgir do país
Independência total
Glorioso canto do povo
Independência total
Hino sagrado combate
Dinamismo
Na luta nacional
Juramento eterno
No país soberano
De São Tomé e Príncipe


República da Guiné-Bissau

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Esta é a Nossa Pátria Bem Amada

Esta é a nossa Pátria amada

Sol, suor e o verde e mar,
Séculos de dor e esperança!
Esta é a terra dos nossos avós!
Fruto das nossas mãos,
Da flôr do nosso sangue:
Esta é a nossa pátria amada

Refrão
Viva a pátria gloriosa!
Floriu nos céus a bandeira da luta.
Avante, contra o jugo estrangeiro!
Nós vamos construir
Na pátria imortal
A paz e o progresso!
(repete as três linhas anteriores)
Paz e o progresso!

Ramos do mesmo tronco,
Olhos na mesma luz:
Esta é a força da nossa união!
Cantem o mar e a terra
A madrugada e o sol
Que a nossa luta fecundou

República de Cabo Verde

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Cântico da Liberdade

Canta, irmão
canta meu irmão
que a Liberdade é hino
e o Homem a certeza.
Com dignidade, enterra a
semente
no pó da ilha nua:
No despenhadeiro da vida
a esperança e do tamanho
do mar
que nos abraça.
Sentinela de mares e ventos
perseverante
entre estrelas e o Atlântico
entoa o cântico da Liberdade

Canta, irmão
canta, meu irmão
que a Liberdade é hino

República de Angola

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Angola Avante!

Letra : Manuel Rui Monteiro
Arranjo Musical : Rui Vieira Dias Minga

 Ó Pátria, nunca mais esqueceremos
Os heróis do quatro de Fevereiro.
Ó Pátria, nós saudamos os teus filhos
Tombados pela nossa Independência.
Honramos o passado e a nossa História,
Construindo no Trabalho o Homem novo,
(repetem-se ós dois últimos versos)

Refrão
Angola, avante!
Revolução, pelo Poder Popular!
Pátria Unida, Liberdade,
Um só povo, uma só Nação!
(repete-se o refrão)

Levantemos nossas vozes libertadas
Para glória dos povos africanos.
Marchemos, combatentes angolanos,
Solidários com os povos oprimidos.
Orgulhosos lutaremos Pela Paz
Com as forças progressistas do mundo.
(repetem-se os dois últimos versos)

Refrão

Agostinho Neto - Biografia Resumida

Nasceu em Catete, Angola, em 1922, faleceu em 1979. Estudos primários e secundários em Angola, licenciado em Medicina pela Universidade de Lisboa. Em Portugal, sempre esteve ligado à actividade política, onde com Lúcio Lara e Orlando de Albuquerque fundou a revista Momento, em 1950. Como aconteceu a outros escritores africanos foi preso e desterrado para Cabo Verde, tendo mais tarde conseguido a fuga para o continente. Presidente do MPLA, foi o primeiro presidente de Angola.

Obra Poética:

Quatro Poemas de Agostinho Neto, 1957, Póvoa do Varzim, e.a.;

Poemas, 1961, Lisboa, Casa dos Estudantes do Império;

Sagrada Esperança, 1974, Lisboa, Sá da Costa (inclui os poemas dos dois primeiros livros);

A Renúncia Impossível, 1982, Luanda, INALD (edição póstuma).

Luandino Vieira - Bibliografia

  A cidade e a infância (Contos), 1957 ; 1986

A vida verdadeira de Domingos Xavier (Novela), 1961 ; 2003

Duas histórias de pequenos burgueses (Contos), 1961

Luuanda (Contos), 1963 ; 2004

Vidas novas (Contos), 1968 ; 1997

Velhas estórias (Contos), 1974 ; 2006

Nós, os do Makulusu (Romance), 1974 ; 2004

Duas estórias (Contos), 1974

No antigamente, na vida (Contos), 1974 ; 2005

Macamdumba (Contos), 1978 ; 2005

João Vêncio. Os seus amores (Novela), 1979 ; 2004

Lourentinho, Dona Antónia de Sousa Neto & eu (Contos), 1981 ; 1989

Estória da baciazinha de Quitaba (Conto), 1986

Kapapa : pássaros e peixes, 1998

À espera do luar, 1998

Nosso Musseque (Romance), 2003

A guerra dos fazedores de chuva com os caçadores de nuvens. Guerra para crianças (Infanto-juvenil), 2006

O livro dos rios, 1º vol. da trilogia De rios velhos e guerrilheiros (Romance), 2006

Luandino Vieira - Biografia Resumida

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Poeta, contista, tradutor, de seu nome completo José Mateus Vieira da Graça, foi com três anos de idade para Angola e fez os estudos liceais em Luanda, cidade onde seguiu a carreira comercial, tendo chegado a gerente de uma empresa. Preso em 1961 por alegadas ligações ao MPLA, foi em 1963 desterrado para o Tarrafal, Cabo Verde, donde voltou a Lisboa apenas em 1972 para aqui viver em regime de liberdade condicional e de residência fixa, regressando a Angola em 1975. Durante a sua estada em Portugal trabalhou numa editora e exerceu actividade como tradutor. A sua estreia literária foi feita na revista Mensagem, da Casa dos Estudantes do Império de Lisboa, em 1950, tendo colaborado nesta revista em anos posteriores (1961-1963) e ainda em O Estudante (Luanda, 1952), Cultura (Luanda, 1957), Boletim Cultural do Huambo (Nova Lisboa, 1958), Jornal de Angola (Luanda, 1961-1963), Jornal do Congo (Carmona, 1962), Vértice (Coimbra, 1973) e Jornal de Luanda (1973 - ), entre outros. Já com vários prémios literários - Sociedade Cultural de Angola (1961), Casa dos Estudantes do Império de Lisboa (1961), Associação dos Naturais de Angola (1963) e “Prémio Mota Veiga” (1963) - foi-lhe atribuído em 1965 o “Grande Prémio de Novelística” da Sociedade Portuguesa de Autores pelo seu livro Luuanda, facto que levou à destruição e posterior ilegalização daquela Sociedade. Poeta e, em especial, contista, não é despicienda a sua actividade de tradutor. Em 1973, durante a residência fixa que cumpriu em Lisboa, traduziu o livro de Anthony Burgess A Clockwork Orange (Laranja Mecânica), trabalho que evidencia extraordinárias qualidades de logoteta que tão salientes são nas suas estórias de ambiente suburbano angolano e até também nalguns dos seus poemas. Usou os nomes Luandino Vieira, José Graça e José Muimbu.

 in Dicionário Cronológico de Autores Portugueses, Vol. VI, Lisboa, 1999.