Acervo da Fundação Pierre Verger

TOGO - 1936

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Coleção de Arte Africana do Museu Nacional de Belas Artes - Brasil.

Clique nas imagens para ampliá-las. 

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Origem:

1-Grupo Cultural Baulê

2- Grupo Cultural Yorubá

3- Grupo Cultural Ashanti

4- Grupo Cultural Bambara

5- Grupo Cultural Benin

6- Grupo Cultural Bobo-Fang

7- Grupo Cultural Dan

8- Grupo Cultural Dogon

9- Grupo Cultural Fon

10- Grupo Cultural Senuflo

Banco de Textos

O Banco de Texto do Espaço África e Africanidades ainda está em construção. No entanto, já disponibilizamos para os  nossos leitores alguns links relacionados às temáticas africanas e afro-brasileiras. Ao clicar nos links abaixo, os leitores são automaticamente direcionados para os sites em que os textos se encontram originalmente, ampliando as possibilidades de pesquisa.

Artigos

Quilombos: comunidades e patrimônio
Adler Homero Fonseca de Castro

Jongo, patrimônio imaterial brasileiro [1]
Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular

Políticas de afirmação do negro no Brasil
Carlos Vogt

Reportagens

Quando os deuses se materializam

Religiões em constante ameaça

Território negro

As baianas do acarajé

Nas rodas de samba

Notícias

Cartilha lembra presença do negro na história do Rio Grande do Sul 

Fundação Cultural Palmares completa 17 anos e lança revista 

Favelas são resultado e aprofundam desigualdade social 

Verbetes de Escritores Angolanos

Clique nos nomes para ver texto

 Geração de 1960

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          Manuel Rui              Pepetela       Jorge Macedo

Geração de 1970

De vagares a vestígios

Vultos Negros na História do Brasil

Mulher Negra: sua situação na sociedade

O Racismo Explicado aos Meus Filhos

ediourolivros_racismo146.jpgO Brasil é um país racista? Cotas para negros em universidades podem ajudar a diminuir o abismo social brasileiro? Buscando responder a essas e outras questões, Nei Lopes, um dos principais pesquisadores brasileiros da cultura africana, faz um panorama da triste história do racismo, desde o antigo Egito até as formas de preconceito racial velado presentes nas sociedades contemporâneas.

A partir dos diálogos de Paulinha e Pedrinho com seus pais, Paulão e Lia, O racismo explicado aos meus filhos expõe momentos estarrecedores da discriminação racial no mundo inteiro e levanta discussões sobre o que pode ser feito para evitar que eles se repitam. Com sua experiência de professor, Paulão discorre sobre a escravidão, o apartheid sul-africano, o genocídio dos judeus na Alemanha de Hitler e movimentos anti-racistas – a favor da igualdade entre pessoas com diferentes cores de pele, culturas e crenças. A família ainda reflete sobre temas difíceis e atuais, como o mito da democracia racial brasileira e as chamadas ações afirmativas.

Escrito de maneira clara e informativa, como uma verdadeira conversa entre pais e filhos, O racismo explicado aos meus filhos é uma apresentação ampla e esclarecedora de uma questão tão complexa quanto fundamental.

Quarta-capa

Paulinha, filha de pai negro e mãe descendente de judeus, chega em casa com um pergunta: por que as pessoas são tratadas de maneira diferente por causa da cor da pele? A partir dessa questão, o professor Paulão e sua esposa, a advogada Lia, começam a discutir diariamente com Paulinha e seu irmão, Pedrinho, a origem e as diversas caras que o racismo assumiu durante milênios. Em O racismo explicado aos meus filhos, o escritor e compositor Nei Lopes faz uma brilhante introdução ao tema. Um amplo e esclarecedor panorama do racismo e de suas manifestações através dos séculos.

 

Sinopse:Um panorama da triste história do racismo, desde o antigo Egito até as formas de preconceito racial velado nas sociedades contemporâneas, é explicado a partir dos diálogos de duas crianças com seus pais.

Título: O Racismo explicado aos meus filhos

Autor: Nei Lopes

Editora: Agir

Gênero: História
Páginas: 206

Preço: R$24,90

Fonte: Meu Lote - Nei Lopes

Aqualtune

Princesa do Reino do Congo, Aqualtume foi escravizada juntamente com seu exército de 10 mil guerreiros  após  derrota do mesmo em uma luta entre reinos africanos.  

A bordo de um navio negreiro foi trazida para o  Brasil, chegando ao  Porto de Recife. Aqui foi comprada como escrava reprodutora e levada para região de Porto Calvo, no sul de Pernambuco.

Lá conheceu e fez parte das histórias de resistência dos negros na escravidão, conhecendo então a trajetória de Palmares, um dos principais Quilombos negros durante o período escravocrata. Aqualtune organizou uma fuga junto com outros escravos para o quilombo, onde teve sua ascendência reconhecida, recebendo, então, o governo de um dos territórios quilombolas, onde as tradições africanas eram mantidas.

A princiesa, pertencente a família de Ganga Zumba, de acordo com a historiografia teria sido avó de Zumbi , sendo esse gerado por uma de suas filhas. Em uma das guerras comandadas pelos paulistas para a destruição de Palmares, a aldeia de Aqualtune, que já estava idosa, foi queimada. Não se sabe ao certo a data de sua morte.

 Fontes:
- Caderno de Formação do MNU - Movimento Negro Unificado.
- Dicionário Mulheres do brasil - De 1500 até a atualidade biográfico e ilustrado. Jorge Zahar Editor, 2000.

Ana

Fingindo submissão aos capangas de uma fazenda situada na serra do Ibiapaba, no Ceará, onde era escrava, Ana tornou-se líder de uma revolta na mesma. Em 1835, facilitou a entrada dos escravos rebelados à casa grande que a tomaram de assalto, mataram todos os que estavam na casa, e atearam fogo a propriedade.De acordo com historiadores, a revolta ocorreu num contexto de indignação dos escravos da senzala contra os violentos castigos impostos a uma velha escrava que cuidava dos enfermos.Alguns dos escravos revoltos fugiram para  Pernambuco, outros, liderados por Ana, libertaram da cadeia local,  o senhor Jerônimo Cabaceira, proprietário de um sítio na região, preso por ter se recusado a vender suas terras ao Senhor Francisco Carvalho, proprietário dos escravos revoltados.Francisco Carvalho, ausente da propriedade no momento da rebelião era conhecido na região pelos seus atos violentos e autoritários.  Ao tentar retornar foi enforcado por Jerônimo Cabaceira e seus irmãos.

Fontes:
- Caderno de Formação do MNU - Movimento Negro Unificado.
- Dicionário Mulheres do brasil - De 1500 até a atualidade biográfico e ilustrado. Jorge Zahar Editor, 2000.

Adelina

Maranhense, da cidade de São Luís, Adelina era filha de uma escrava com um senhor. Seu pai não cumpriu a promessa de libertá-la aos 17 anos de idade como previa a Lei do Ventre Livre. Quando adolescente, seu pai ficou pobre e passou a fabricar charutos.
Adelina tornou-se sua vendedora, circulando pela cidade, a ofertar charutos em bares da cidade e para fregueses avulsos. No Largo do Carmo, onde costumava parar, vendia charutos para os estudantes do Liceu, onde teve a oportunidade de assistir a comícios abolicionistas promovidos por esses.
Com a facilidade em que circulava pela cidade auxiliada pelo conhecimento da escrita e da leitura Adelina era uma importante informante das ações da polícia aos ativistas e ainda ajudava na fuga de escravos, cooperando assim com o movimento abolicionista.

Fontes:
- Caderno de Formação do MNU - Movimento Negro Unificado.

- Dicionário Mulheres do brasil - De 1500 até a atualidade biográfico e ilustrado. Jorge Zahar Editor, 2000.

Terras de Preto no Maranhão: quebrando o mito do isolamento

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Escrito em 1988 e 1989 como relatório final do Projeto Vida de Negro, realizado no âmbito da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos e do Centro de Cultura Negra do Maranhão com apoio da Fundação Ford. Várias dificuldades impediram, naquele momento, a sua publicação. Desde então este relatório tem circulado informalmente e tem sido exaustivamente citado em monografias, dissertações, teses e artigos acadêmicos, além de servir de fonte de referência para reivindicações do movimento quilombola, que se estruturou no decorrer da última década e meia.

As informações nele contidas muito contribuíram para as iniciativas que levaram à criação da Associação Nacional das Comunidades Quilombolas e de sua expressão maranhense, a ACONERUQ. De igual modo, propiciaram subsídios para a consecução dos processos jurídico-formais que resultaram no reconhecimento dos quilombos de Frechal, no Município de Mirinzal (MA), e de Jamary dos Pretos, em Turiaçu (MA).

Possibilitaram também argumentos técnicos para as convocatórias dos encontros de comunidades negras rurais realizados no Maranhão desde 1989 e serviram ainda de material pedagógico para os cursos de formação de lideranças quilombolas e para as disciplinas militantes. Esta função pedagógica implícita visa habilitar os membros das comunidades quilombolas a produzirem eles próprios as petições necessárias à abertura dos processos jurídicos de reconhecimento de seus direitos sobre o território.

O relatório possui, neste sentido, uma dimensão aplicada que não se reduz à limitação dos manuais e receituários aplicados a toda e qualquer situação social. Ao contrário, chama a atenção para a complexidade do significado das chamadas Terras de Preto no Maranhão: quebrando o mito do isolamento terras de preto e para as especificidades que as distinguem, expressas nas diferentes designações dos agentes sociais a elas referidos, tais como “herdeiros”, “amocambados” e “quilombolas”; desautorizando qualquer homogeneização açodada. A diversidade de classificações encontradas corresponde à heterogeneidade das autodenominações que aparecem registradas em quadros próprios.

Agora, face a inúmeras solicitações de diferentes associações de comunidades remanescentes de quilombos, de militantes do movimento negro e de pesquisadores académicos, o texto inteiro foi revisto e tornado disponível à publicação. Para a presente edição foram elaboradas achegas e notas de rodapé, bem como foram revistas referências bibliográficas e fontes documentais e arquivísticas. Não obstante estes procedimentos visando dar maior unidade ao texto e transformá-lo em livro, cabe ressaltar que não se rompeu inteiramente com o gênero “relatório”. Assim, foi mantida nos quadros demonstrativos a numeração das chamadas terras de preto correspondente às fichas do Cadastro do PVN. Em virtude disto, cabe advertir aos leitores que os números do Cadastro não obedecem a uma ordem alfabética para listar municípios e povoados e se atêm tão somente ao critério de prioridades da própria ação do PVN, focalizando situações de tensão social e conflito. Isto explica, por exemplo, porque a primeira posição corresponde ao Município de Mirinzal, anunciando já o próximo passo do PVN que privilegiou Frechal como primeira ação para reconhecimento formal de quilombo, ainda em princípios de 1989.

Deve-se atentar, pois, para o fato de que a ordem dos quilombos no Cadastro se distribui pêlos diferentes quadros demonstrativos sem estar necessariamente numa sequência numérica. Em outras palavras, vale dizer que o Cadastro, enquanto instrumento auxiliar de controle dos dados, não foi reproduzido integralmente em quadro próprio, e que suas fichas foram distribuídas por diversos quadros consoante os diferentes temas focalizados.

Acrescente-se ainda que ocorreram alterações na divisão político-administrativa com a recente criação de mais de uma centena de novos municípios no Estado do Maranhão, tornando defasadas algumas localizações. Houve situações de quilombo que foram institucionalizados enquanto Distritos e houve proposta de tornar outras delas Municípios.

O total das situações designadas como terras de preto que foram levantadas deve ser relativizado e disposta a discussões, visando se aprimorar os procedimentos de inclusão no Cadastro e os critérios de seleção que lhes são inerentes.

O propósito de dar a publico este relatório encontra-se atrelado, portanto, à evolução dos acontecimentos sobre os quilombos desde as mobilizações políticas coetâneas aos trabalhos da Assembléia Nacional Constituinte em 1987-88, que contribuíram para publicizar a questão, chamando a atenção da sociedade brasileira para a relevância dos territórios quilombolas e das identidades étnicas correspondentes.

Além dos esforços dos membros da equipe do projeto “Vida de Negro”, cabe ressaltar que Lúcio Mauro Ramos Moraes e Ana Tereza Franco, estudantes de Ciências Sociais, contribuíram nos trabalhos de revisão e na paciente lhos foram executados sob supervisão do antropólogo Alfredo Wagner Fonte: www.ccnma.org.b

Jamary dos Pretos - Terra de Mocambeiros

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Coleção Negro Cosme (vol. II). Edição SMDH/CCN-PVN (1998).

Com o aprofundamento dos trabalhos de delimitação e mapeamento de novas situações sociais identificadas como “terras de preto”, a partir sobretudo da formalização do Quilombo Frechai enquanto reserva Extrativista, o Projeto Vida de Negro definiu como área prioritária de intervenção a região noroeste do Maranhão, limítrofe com o Estado do Pará. Esta região que se estende desde o rio Gurupi até o Vale do Turiaçu, abrangendo todo o Maracaçumé, desde fins do século XVIII concentrou inúmeros quilombos. Turiaçu tratava-se de um porto clandestino de comercialização de escravos e isto dificulta qualquer trabalho de reconstituição em termos quantitativos. Não obstante, a referência a estes quilombos são copiosamente registradas pelas administrações coloniais e imperiais, por relatórios de viajantes, naturalistas e mineradores e também por obras clássicas do direito. O livro do jurista Perdigão Malheiro, A história da escravidão no Brasil, de 1866, assinala, por exemplo, que não apenas o Quilombo de Palmares teve larga duração, mas também o Quilombo de Turiaçu, que segundo ele teria durado mais de 40 anos.

Vivas à Liberdade - a saga heróica da insurreição negra em Viana

A Guerra da Balaiada - a epopéia dos guerreiros balaios na versão dos oprimidos

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Edição CCN/MA (1998). Autor: Magno Cruz.

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O tabuleiro da Baiana

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Era uma vez um país chamado Brasil. Depois que os portugueses tomaram posse do país, trouxeram da África muitos negros para trabalhar como escravos. Eles trouxeram suas músicas, suas danças, suas línguas, sua religião e muitos outros costumes, que com o passar dos anos, foram se misturarando com os dos índios que aqui moravam e com os dos portugueses. Vários desses costumes viraram partes importantes da cultura do país, mas muita gente não se lembra de que eles foram trazidos pelos escravos. A coleção Lembranças Africanas fala dessa herança. O tabuleiro da baiana, mais recente lançamento da coleção, traz para o universo infantil a graça e o encanto desse personagem tão típico do cenário brasileiro: a vendedoras de quitutes que ficaram conhecidas em todo o país como “baianas”. As roupas, o tabuleiro e os pratos típicos da culinária baiana são sua “marca registrada”. Novamente, as ilustrações de Rosinha Campos dão vida e cor ao poético texto de Sonia Rosa.

Feijoada

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Autora: Sonia Rosa

 Era uma vez um país chamado Brasil. Depois que os portugueses tomaram posse do país, trouxeram da África muitos negros para trabalhar como escravos. Eles trouxeram suas músicas, suas danças, suas línguas, sua religião e muitos outros costumes, que com o passar dos anos, foram se misturarando com os dos índios que aqui moravam e com os dos portugueses. Vários desses costumes viraram partes importantes da cultura do país, mas muita gente não se lembra de que eles foram trazidos pelos escravos. A coleção Lembranças Africanas fala dessa herança. Em feijoada, Sonia Rosa conta como uma iguaria originalmente trazida pelos Portugueses — feijão com miúdos de porco — foi adotada pelos escravos, que a ela adicionaram outros sabores: feijão-mulatinho e preto do Brasil, arroz, couve, farofa, laranjas… E assim nasceu o cartão de visitas da cozinha brasileira. Saborosamente ilustrado por Rosinha Campos.

Jongo

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Autora: Sonia Rosa

Era uma vez um país chamado Brasil. Depois que os portugueses tomaram posse do país, trouxeram da África muitos negros para trabalhar como escravos. Eles trouxeram suas músicas, suas danças, suas línguas, sua religião e muitos outros costumes, que com o passar dos anos, foram se misturando com os dos índios que aqui moravam e com os dos portugueses. Vários desses costumes viraram partes importantes da cultura do país, mas muita gente não se lembra de que eles foram trazidos pelos escravos. A coleção Lembranças Africanas fala dessa herança. O terceiro volume da coleção conta a história do jongo, música e dança criadas pelos escravos nos terreiros das fazendas do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, e precursoras do nosso conhecido samba. As alegres imagens de Rosinha Campos, “dançam” ao ritmo dessa tradição.

Maracatu

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Era uma vez um país chamado Brasil. Depois que os portugueses tomaram posse do país, trouxeram da África muitos negros para trabalhar como escravos. Eles trouxeram suas músicas, suas danças, suas línguas, sua religião e muitos outros costumes, que com o passar dos anos, foram se misturarando com os dos índios que aqui moravam e com os dos portugueses. Vários desses costumes viraram partes importantes da cultura do país, mas muita gente não se lembra de que eles foram trazidos pelos escravos. A coleção Lembranças Africanas fala dessa herança. O maracatu é uma festa criada pelos negros escravos bantos, que vieram do Congo. Eles elegiam um casal de líderes — um rei e uma rainha — e encenavam uma visita aos portugueses, com vestimentas luxuosas, dançando e tocando tambores. Aqui, essa festa é contada em versos de Sonia Rosa, e ilustrada ricamente por Rosinha Campos.

Capoeira

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Autora: Sonia Rosa

Era uma vez um país chamado Brasil. Depois que os portugueses tomaram posse do país, trouxeram da África muitos negros para trabalhar como escravos. Eles trouxeram suas músicas, suas danças, suas línguas, sua religião e muitos outros costumes, que com o passar dos anos, foram se misturarando com os dos índios que aqui moravam e com os dos portugueses. Vários desses costumes viraram partes importantes da cultura do país, mas muita gente não se lembra de que eles foram trazidos pelos escravos. A coleção Lembranças Africanas fala dessa herança. O primeiro livro da coleção traz todo o encanto da capoeira, luta gingada que surgiu no Brasil, a partir dos negros bantos de Angola, que vieram para o Brasil como escravos — uma forma de defesa nas lutas contra a escravidão. Os escravos das fazendas iam para as capoeiras (capinzais) dançar e lutar. Por isso a luta ficou com esse nome. Com belíssimas ilustrações de Rosinha Campos, ele inicia a coleção recomendada pela FNLIJ.

Revista Eparrei

A Revista Eparrei é uma publicação semestral da Casa da Cultura da Mulher Negra e pode ser adquirida a partir dos seguintes  e-mails:

 ccmnegra@uol.com.br e ccmnsantos@uol.com.br

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