África e Africanidades

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Espaço destinado a reflexão, discussão e divulgação de temáticas africanas e afro-brasileiras.

Acarajé

Ingredientes:

2kg de feijão fradinho quebrado1kg de cebola

Sal
Azeite de dendê

Modo de Preparo:

 Coloque o feijão de molho na água por 1 hora. Reserve a água. Retire as cascas e escorra em uma peneira. Bata no liquidificador a cebola com um pouco da água reservada até virar um creme. Acrescente o feijão e bata novamente. Coloque a massa em uma tigela, tempere com sal e mexa bem. Esquente o azeite. Coloque as colheradas (com uma colher molhada) e frite de ambos os lados. Escorra a gordura sobre papel absorvente.
Acompanhamentos : Vatapá, Pimenta, Saladinha de tomate, Caruru e Camarão Seco.
Tempo de Preparo : 40 minutos

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Continente Africano: Povos e Línguas

As populações que habitam o norte e o nordeste do continente (também denominado Chifre da África) falam as línguas do grupo camito-semítico ou afro-asiático. Atualmente, predominam na região o árabe, o berbere e as línguas semíticas, também faladas no Chifre. Povos autóctones da região da magrebina, os berberes, atualmente constituem apenas um quarto da população. Os arabo-berberes ficaram ao longo da história conhecidos como os mouros na península ibérica, que invadiram no século VII e colonizaram por mais de cinco séculos.

 A região do Saara até os dias atuais é uma área de cruzamento entre populações oriundas do norte e as vizinhas da África Subsaariana, conhecida no tempo colonial como África Negra. Nessa região podemos destacar quatro grandes grupos: 

a) Pigmeus: constitui o grupo mais antigo, embora o menor, sendo cerca de 150 mil que habitam da floresta equatorial, dos Camarões ao Congo-Zaire;

b) Khoisan: encontram-se na Namíbia, no Botsuana e na África do sul. São conhecidos comumente como bosquímanos e habitam, sobretudo o deserto do Calaári como nômades caçadores;

c) Sar ou Hotentotes: população pastoril de aproximadamente 200 mil pessoas. Diferentes dos pigmeus, não são considerados negróides;

d) Negróides: constituem cerca de 70% da população do continente. Podem ser divididos em três grupos lingüísticos:  

d1) Nilóticos: Habitam a região nilótica do continente;

d2) Sudaneses: Predominam em todo o território oeste africano, chamado pelos árabes de Sudão (“terra dos negros”). É uma região que se estende do Senegal até o leste do rio Níger, não devendo ser confundida com o país de nome Sudão, situado na região nilótica;

d3) Bantos: Caracterizam por todos utilizarem o sufixo ntu para designar o ser humano. O prefixo ba designa o plural.  Daí a palavra bantu (pessoas), aportuguesada para banto. Ocupam uma vasta área do centro e do sul do continente, abaixo de uma linha que ligaria os Camarões à região dos lagos. Cerca de 70% dos afro-descendentes do Brasil têm ascendência banta, com predominância na região Angola-Congo.  

Há duas referências equivocadas sobre o continente africano, constituindo parte do senso comum e difundido até mesmo por professores, bem intencionados: o termo dialeto para denominar as línguas africanas e tribo para designar a diversidade de organização política e social existente no continente.

No continente encontramos cerca de duas mil línguas e suas variedades dialetais, sendo que cinqüenta delas são faladas por, pelo menos, um milhão de pessoas; cerca de seis tem mais de dez milhões de falantes. O árabe é a língua oficial de sete países do continente: é falado por mais de 150 milhões de pessoas. O haussa, originário do noroeste da Nigéria, é a língua  veicular em sete países, abrangendo cerca de 70 milhões de falantes. Tinha escrita em caracteres árabes, antes da chegada dos europeus.

Outra importante língua é o suali (swahili) derivado da influência árabe na costa oriental africana, abrangendo cerca de 65 milhões de pessoas, desde a costa do Índico até a metade oriental do Congo-Zaire.  É a língua nacional do Quênia. Outra língua veicular importante é o lingala, utilizada por quase metade da população do Congo-Zaire.

 Além das citadas destacamos ainda outras línguas faladas por uma população de mais de 10 milhões de africanos, como por exemplo, o ioruba, o ibo e o fulani, na Nigéria; o mandiga, em ampla área da África Ocidental; o kirundi – kinyaruanda, comum aos povos hutu e tutsi de Ruanda e Burundi e da diáspora desses povos nos países da região. Na África do Sul, as línguas berbere, zulu e xhosa abrangem cerca de 75% da população, sendo essas últimas as mais usadas. Na Etiópia temos o amárico como língua veicular.   

(*)Texto adaptado de PEREIRA, José Maria Nunes. O continente africano: Perfil histórico e abordagem geopolítica das macroregiões. In BELUCCI, Beluce (org). Introdução à história da África e da cultura afro-brasileira. Centro de Estudos Afro-Asiáticos – UCAM/ Centro Cultural Banco do Brasil. Rio de Janeiro, 2003 p. 12-13. 

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Atlas – Quilombos no Rio de Janeiro

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Lei 10.639/03

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Presidência da República
Casa Civil
Subchefia para Assuntos Jurídicos

LEI No 10.639, DE 9 DE JANEIRO DE 2003.

Mensagem de veto Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”, e dá outras providências.

        O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:       

Art. 1o A Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, passa a vigorar acrescida dos seguintes arts. 26-A, 79-A e 79-B:

“Art. 26-A. Nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares, torna-se obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira.

§ 1o O conteúdo programático a que se refere o caput deste artigo incluirá o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil.

§ 2o Os conteúdos referentes à História e Cultura Afro-Brasileira serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Educação Artística e de Literatura e História Brasileiras.

§ 3o (VETADO)”“Art. 79-A. (VETADO)”

“Art. 79-B. O calendário escolar incluirá o dia 20 de novembro como ‘Dia Nacional da Consciência Negra’.”     

 Art. 2o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.   

 Brasília, 9 de janeiro de 2003; 182o da Independência e 115o da República.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Cristovam Ricardo Cavalcanti Buarque

Este texto não substitui o publicado no D.O.U. de  10.1.2003 

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Revista Afro-Ásia – Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO) – UFBA

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Aka Pygmy Music

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Roving sound collector Simha Arom made some of his finest field recordings in Central Africa during several trips in the 1970s and ’80s. CENTRAL AFRICAN REPUBLIC gathers material from an early ’80s trip. “Whistle Ensemble” showcases pleasing syncopated flute arrangements over an extended track. “Horn Ensemble” features some astounding polyphony full of rhythms created from hollowed-out tree trunks. The great composer Gyorgi Ligeti was so taken by this music that he recorded a composition that used car horns to approximate the sound that was created by the Banda people and their orchestra. This is the root of jazz at it its most unadorned and primal. “Drummed Message” closes the recording with a sub-sonic telegraphed drum pulse meant to tell of a birth in a nearby village. CENTRAL AFRICAN REPUBLIC is a fine addition to the deep catalogue of Unesco recordings and is a must-have for adventurous listeners.

Faixas:
1. Mongombi
2. Anduwa
3. Dikoboda Sombe
4. Bosobe
5. Bobangi
6. Kokoyandongo
7. Nzenzenze
8. Balibo Sasasa
9. Mbola
10. Nzombi
11. Espanda
12. Mombimbi
13. Monzoli

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Putumayo Presents: Afro ~ Latino

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Dois mundos se unem para criar poderosos ritmos que fazem mover os seus pés e alimentam sua alma.

Afro-Latino apresenta uma estimulante seleção de salsa africana e latino-americana.

Faixas:

Faixas:

1. Tam-Tam 2000 – Me Vuelvo
2. Ricardo Lemvo & Makina Loca – Mambo Yo Yo
3. Africando – Yay Boy
4. Orchestra Baobab – El Son Te LLama
5. Sam Mangwana – Galo Negro
6. Papi Oviedo – Vivió en el Monte
7. Julián Avalos – Mujer Mágica
8. Cuarteto Oriente – Mueve La Cintura Mulata
9. 4 Etoiles – Adama Coly
10. Ruy Mingas – Kolonial
11. Vieja Trova Santiaguera – Me Dieron La Clave
12. Conjunto Céspedes – Aideu

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Tama – Nostalgie

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[texto publicado originalmente na extinta revista “Voice” em Maio de 1999]

Apesar da fusão existente entre o coração do império mandinga (algures entre o Mali e a Guiné Bissau) e a modernidade ocidental, “Nostalgie” mantém bem conservada toda a estrutura oriunda de África, sobressaindo a experiência e maturidade deste trio – TOM DIAKITÉ (do Mali, kora e n’goni), DJANUNO DABO (da Guiné Bissau, percussões) e SAM MILLS (de Inglaterra, guitarra) – em construir um disco tão enraizado quanto diversificado. O passado partilhado em palco com SALIF KEITA e MORI KANTE (por parte de TOMI) e ANGELIQUE KIDJO (por parte de DJANUNO) não os fez sofrer da síndrome da afro-europeização, entenda-se afro-francofonização. Até SAM MILLS (um dos fundadores dos experiementalistas ingleses dos anos 80, 23 SKIDOO), cujas experiências tecnológicas com o indiano PABAN DAS BAUL se aproximavam de um formato de fusão mais vistoso, está agora mais discreto, encarregando-se de pequenos pormenores. “Nostalgie” tem funk, blues, momentos de piano mais ‘jazzísticos’, vozes wassoulou carregadas de misticismo, muita ambiência à mistura, dominada pela guitarra (quase infinita, a la MICHAEL BROOK) de MILLS e pela filtragem em maquinaria de sons de hammonds, violoncelos, alaúdes. Tudo isto feito com um nível de refinamento elevado e global, assente em solo africano.

Faixas:

1. Nostalgie
2. Ta’aba
3. Idjo
4. Tama
5. Dambe
6. Soninke
7. Boula
8. Koko
9. Att (Amadou Toumani Toure)
10. Ta’aba (Radio Mix)

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Mande um cartão vermelho para o racismo no futebol!

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Racismo e omissão no futebol espanhol

Como você se sentiria se fosse xingado de “macaco” em seu local de trabalho, pelo fato de ser negro? O que você faria se seus chefes, e até alguns de seus colegas que como você também fossem xingados, encarasselogo_dialogos.giflogo_dialogos.gifm essa atitude racista e inaceitável com naturalidade e não se empenhassem em punir os culpados, para impedir que esses atos de racismo continuassem a acontecer no mais celebrado e rico futebol do mundo?

Pois tudo isso faz parte do futebol espanhol, que tem entre seus participantes alguns dos melhores jogadores do planeta. Entre eles estão o lateral-esquerdo brasileiro Roberto Carlos, do Real Madri e da seleção brasileira, que toda vez que toca na bola é obrigado a ouvir a torcida de seu próprio time e dos adversários imitarem sons de macacos, para desequilibra-lo emocionalmente.

Outros jogadores, como os brasileiros Juan e Roque Júnior, do Bayern de Munique (Alemanha), passaram pela mesma situação quando entraram em campo para jogar contra o Real Madrid, mas a agressão sequer foi relatada pelo juiz da partida, nem sensibilizou o presidente da UEFA, Lennart Johansson, presente ao estádio.

O descaso com o racismo é tanto que a Federação Espanhola puniu o La Coruña, obrigando-o a pagar apenas 600 Euros (cerca de R$ 2.160 reais) por causa de manifestações racistas de sua torcida contra Roberto Carlos, em fevereiro deste ano. Mas as multas vêm caindo, evidenciando a pouca atenção dada ao caso pelas autoridades do futebol. Em 2004, a Federação Espanhola de Futebol havia sido multada pela UEFA em 85 mil Dólares ( cerca de R$ 220 mil) e o próprio Real já foi penalizado em 13 mil Dólares (aproximadamente de R$ 35 mil).

O governo espanhol teme, inclusive, que os atos de torcedores racistas atrapalhem a candidatura da Espanha para sediar as Olimpíadas de 2012, porém suas medidas tem sido pouco eficazes para concretamente dar um fim ao racismo na Espanha..

Iniciativa promovida pelo grupo Diálogos Contra o Racismo

Maiores Informações: www.racismonofutebol.org.br

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Putumayo Presents: African Odyssey

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Uma hipnótica viagem através da música acústico-lírica da África.

Das melodias de Mali às canções de influência portuguesa de Guiné-Bissau, African Odyssey é uma viagem de descobrimento. Este trabalho apresenta um grupo de artistas cuja música, mais meditativa e reflexiva que outras mais difundidas, nunca foram ouvidas além de suas fronteiras, assim também como algumas vozes que têm surgido no cenário internacional nos últimos anos.

A música africana é reconhecida no mundo inteiro por seus rítmos complexos e seus estilos dançantes. A imagem predominante do músico africano é a dos tambores e a percussão, de fato a maioria dos elementos rítmicos da música popular contemporânea em todo o mundo ocidental tem raízes na música africana. No entanto, da África também tem surgido rítmos mais suaves e introspectivos. Este cd é uma seleção de dez canções de sete países diferentes que revelam o lado melódico pouco conhecido da música africana.

Faixas:

1. Manecas Costa – Fundo di Matu
2. Seydu – The Well
3. Les Go – Sou
4. Oliver Mtukudzi – Raki
5. Augusto Cego – Mar
6. Bidinte – Ke Cu Minino Na Tchora
7. Aura Msimang – Kulala
8. Adama Yalomba – Miro Yôrô
9. Doctor King’esi – Nipeleke Kwa Baba
10. Habib Koité – Sinama Denw

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Putumayo Presents: South African Legends

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Um tributo retrospectivo aos artistas de um dos países mais influentes no mundo da música.

Da África do Sul, um dos países com maior influência no mundo da música, saíram algumas das figuras mais importantes da música popular do nosso tempo. Desde os êxitos internacionais de Miriam Makeba e Hugh Masekela na década de 60 até os impactantes trabalhos de Juluka e Paul Simon com Ladysmith Black Mambazo nos anos 80, a música sul africana tem levado a milhões de pessoas a conhecer os sons do mundo.

South African Legends é um olhar retrospectivo ao trabalho de artistas que são famosos em seu país e no exterior, e mais, alguns deles já são lendas mundiais. South African Legends é também um tributo a um país cuja história política e social nos ensinou a importância da perseverança na luta o triunfo da justiça social. Este trabalho resgata o valor de uma terra onde a alegría e a música tem servido de inspiração e alívio para milhões de pessoas que lutam por uma vida melhor.

Faixas:

1. Soul Brothers – Idlozi
2. Mahlathini & The Mahotella Queens – Mbaqanga
3. Vusi Mahlasela – Kuyobanjani Na?
4. Mahotella Queens – Mbube
5. West Nkosi – Mazuzu
6. Hugh Masekela – Chileshe
7. Lucky Dube – My Game
8. Johnny Clegg & Juluka – Gijim’beke
9. Miriam Makeba – Unhome
10. Ladysmith Black Mambazo – Abantwana Basethempeleni

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Putumayo Presents: Congo to Cuba

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Uma viagem musical de ida e volta da África à Cuba

Um encontro musical entre o irresitível swing do som cubano e a alma da salsa da África Ocidental, Congo to Cuba é uma memorável coleção de ritmos afro-latinos e revela as profundas conexões culturais entre dois mundos tão distantes. Este cd é também uma homenagem ao modo como a música tem ajudado a manter estas vibrantes conexões entre África e Cuba por tantos anos. Este trabalho apresenta algumas das clássicas gravações latinas populares na África, assim também como outras feitas por artistas africanos que rendem tributo ao som afrocubano. A música de Congo to Cuba é um testamento, poderoso da natureza unificadora da música.

Faixas:

1. Chico Alvarez – Val’ Carretero
2. Mama Sissoko – Safiatou
3. Alfredo Valdés – Canto A La Vueltabajera
4. Gnonnas Pedro – Yiri Yiri Boum
5. Tshala Muana – Lekela Muadi
6. Balla Tounkara – Le Monde Est Fou
7. Laba Sosseh – Son Soneate
8. Monte Adentro – Igualita Que Tu
9. Chocolate Armenteros – Ritmo de Mi Son
10. Mama Keita – Tougnafo
11. Pape Fall- African Salsa

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Putumayo Presents: An Afro~Portuguese Odyssey

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Desde Lisboa até Luanda, uma cativante viagem musical às antigas colônias portuguesas na África.

A música das antigas colônias portuguesas na África – Cabo Verde, Angola, Guiné Bissau e Moçambique – combina sons africanos, portugueses e brasileiros para criar uma das mais belas músicas que o mundo tem para oferecer. Este disco apresenta algumas das figuras mais importantes da música africana contemporânea, assim como artistas desconhecidos fora da África, capturando a magia de um mundo musical único.

Faixas:

1. Paulo Flores – Ze Inacio
2. Mabulu – Maldeyeni
3. Eneida Marta – Na Bu Mons
4. Mendes Brothers – Cor Di Rosa
5. Ruy Mingas – Homenagem A Liceu Vieira Dias
6. Agusto Cego – Nha Fidjo
7. Banda Maravilha – Canta Forte
8. Manecas Costa – Ermons Di Terra
9. Bidinte – Considjo Di Garandis
10. Dulce Neves – N´tchanha
11. Ze Manel – Bu Fidjo Femia
12. Leonel Alemeida – Ti Jom Poca
13. Jovino Dos Santos – Africa Mamae

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Putumayo Presents: African Groove

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A tecnologia une-se aos ritmos tribais nesta fusão da música africana dance, eletrônica, hip-hop e funk.

O cd African Groove é uma coleão de músicas africanas que ressaltam as maneiras que o som moderno se fundiu com as tradições africanas. African Groove presenta músicos africanos que experimentam com o hip-hop, os remixes e a programacão eletrônica como assim também artistas internacionais da música tecno que têm utilizado ritmos e estilos da África como inspiracão da música que marca tendências nas discotecas.

Faixas:

1. Issa Bagayogo – Saye Mogo Bana
2. Badenya – Boroto
3. Madeka – Mokote
4. Julien Jacob – Kalicom
5. A Peace of Ebony – Vadzimu
6. Hardstone – Uhiki
7. Positive Black Soul – Wouyouma
8. Dady Mimbo – Bouba (Cool)
9. Thievery Corporation – The Lagos Communique
10. The Pleb – One for Senegal
11. African Rhythm Travellers – Khululuma
12. Ndumiso – Mofolo Hall

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Putumayo Presents: Africa

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Uma alegre celebração à música de um continente extraordinário.

Não se pode negar a influência que a África tem sido na música do mundo. A lista de gêneros com raízes na música africana é infinita: jazz, blues, rock and roll, gospel, salsa, samba, funk, hip-hop, reggae, zydeco, zouk, entre outros. África o lar de inúmeros estilos, e ainda hoje é uma das maiores usinas criativas do planeta.

A tradição ainda tem um papel importante na atual música africana, muitas influências estrangeiras chegam até o continente, ainda que ironicamente, muitas destas músicas têm origem africana. Estas influências não são senão filhos pródigos retornando a seu lar.
Este cd inclui jazz, reggae, hip-hop, funk y salsa, que servirão de estímulo para continuar explorando a riqueza e a variedade da música africana.

Faixas:

1. Oliver Mtukudzi – Ndima Ndapedza
2. Soul Brothers – Thandaza
3. Afia Mala – Segne
4. Johnny Clegg & Juluka – Love is Just a Dream
5. 4 Etoiles – Doly
6. Samba Ngo – Sa Ntima
7. Habib Koité – Wassiye
8. Oom – Anoma
9. Diaou Kouyate – Gafale
10. Henri Dikongue – Francoise
11. Sam Mangwana – Ya Mbemba
12. Ricardo Lemvo & Makina Loca – Manuela

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Bolo de Ananás Angolano

Ingredientes

- 400 gr de farinha de trigo
- 1 lata(s) de abacaxi em calda
- 6 unidade(s) de ovo
- 350 gr de açúcar União
- 150 gr de manteiga
- 2 colher(es) (chá) de fermento químico em pó
- 150 gr de calda de caramelo

Modo de preparo

Passe o caramelo em uma forma de buraco e vá colocando o abacaxi em rodelas. Reserve.
Bata bem a manteiga com o açúcar até ficar em creme.
Adicione os ovos, um a um, batendo bem em cada adição.
Junte a farinha misturada com o fermento, envolvendo bem com uma colher.
Despeje a massa na forma e leve ao forno médio para assar, cerca de 1 hora. Espete com um palito e, se sair seco, estará pronto.

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Muamba de Galinha – Angola

Ingredientes

- 01 galinha caipira
- 600 gr de pupunha
- 300 gr de quiabo
- 03 pimentas de cheiro
- sal a gosto

- 100 ml de azeite
- 2 dentes de alho
- 2 cebolas
- 350 gr de abóbora de pescoço
- 1 litrode água fervente

Modo de preparo

Lave e limpe muito bem a galinha. Corte-a em pedaços e tempere com sal, os dentes de alho e o pimenta de cheiro picados.
Aqueça um tacho com o azeite e refogue a cebola e os pedaços de galinha. Deixe que dourem.
Acrescente a água e deixe cozinhar por cerca de 20 minutos, com o tacho fechado. Acrescente o palmito em rodelas e a abóbora cortada em cubos. Deixe cozinhar 10 minutos. Por fim, junte os quiabos e deixe acabar de cozinhar, aproximadamente por 10 minutos. Corrija os temperos e sirva no próprio tacho.

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Muanba de Peixe

TEMPO DE PREPARO: 50 minutos
RENDIMENTO: 5 Porcoes

INGREDIENTES:
1,5 kg de garoupa em postas
 óleo de palma
2 cebolas
2 dentes de alho
200 gr de quiabos cortados ao meio
2 beringelas sem pele cortadas em tiras
300 gr de abóbora cortada em quadrados
1 pepino sem semente e em tiras
Sal e gindungo

MODO DE PREPARO:
Dourar no óleo de palma a cebola e o alho, juntando em seguida os quiabos,  as beringelas,o pepino  a abóbora.  Adicionar  um pouco de água e juntar o peixe, o sal e o gindungo. Acrescentar um pouco mais de água e deixar cozinhar.

Servir com funge

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Culinária angolana

Simplicidade, originalidade a partir de ingredientes frescos e sabores contrastantes caracterizam a culinária angolana na qual podemos destacar os deliciosos funges de bombó e de milho, a maomba de galinha, o feijão em óleo de palma  e os saborosos mufetes de cacuso e de sardinha.

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