O tabuleiro da Baiana

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Era uma vez um país chamado Brasil. Depois que os portugueses tomaram posse do país, trouxeram da África muitos negros para trabalhar como escravos. Eles trouxeram suas músicas, suas danças, suas línguas, sua religião e muitos outros costumes, que com o passar dos anos, foram se misturarando com os dos índios que aqui moravam e com os dos portugueses. Vários desses costumes viraram partes importantes da cultura do país, mas muita gente não se lembra de que eles foram trazidos pelos escravos. A coleção Lembranças Africanas fala dessa herança. O tabuleiro da baiana, mais recente lançamento da coleção, traz para o universo infantil a graça e o encanto desse personagem tão típico do cenário brasileiro: a vendedoras de quitutes que ficaram conhecidas em todo o país como “baianas”. As roupas, o tabuleiro e os pratos típicos da culinária baiana são sua “marca registrada”. Novamente, as ilustrações de Rosinha Campos dão vida e cor ao poético texto de Sonia Rosa.

Feijoada

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Autora: Sonia Rosa

 Era uma vez um país chamado Brasil. Depois que os portugueses tomaram posse do país, trouxeram da África muitos negros para trabalhar como escravos. Eles trouxeram suas músicas, suas danças, suas línguas, sua religião e muitos outros costumes, que com o passar dos anos, foram se misturarando com os dos índios que aqui moravam e com os dos portugueses. Vários desses costumes viraram partes importantes da cultura do país, mas muita gente não se lembra de que eles foram trazidos pelos escravos. A coleção Lembranças Africanas fala dessa herança. Em feijoada, Sonia Rosa conta como uma iguaria originalmente trazida pelos Portugueses — feijão com miúdos de porco — foi adotada pelos escravos, que a ela adicionaram outros sabores: feijão-mulatinho e preto do Brasil, arroz, couve, farofa, laranjas… E assim nasceu o cartão de visitas da cozinha brasileira. Saborosamente ilustrado por Rosinha Campos.

Jongo

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Autora: Sonia Rosa

Era uma vez um país chamado Brasil. Depois que os portugueses tomaram posse do país, trouxeram da África muitos negros para trabalhar como escravos. Eles trouxeram suas músicas, suas danças, suas línguas, sua religião e muitos outros costumes, que com o passar dos anos, foram se misturando com os dos índios que aqui moravam e com os dos portugueses. Vários desses costumes viraram partes importantes da cultura do país, mas muita gente não se lembra de que eles foram trazidos pelos escravos. A coleção Lembranças Africanas fala dessa herança. O terceiro volume da coleção conta a história do jongo, música e dança criadas pelos escravos nos terreiros das fazendas do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, e precursoras do nosso conhecido samba. As alegres imagens de Rosinha Campos, “dançam” ao ritmo dessa tradição.

Maracatu

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Era uma vez um país chamado Brasil. Depois que os portugueses tomaram posse do país, trouxeram da África muitos negros para trabalhar como escravos. Eles trouxeram suas músicas, suas danças, suas línguas, sua religião e muitos outros costumes, que com o passar dos anos, foram se misturarando com os dos índios que aqui moravam e com os dos portugueses. Vários desses costumes viraram partes importantes da cultura do país, mas muita gente não se lembra de que eles foram trazidos pelos escravos. A coleção Lembranças Africanas fala dessa herança. O maracatu é uma festa criada pelos negros escravos bantos, que vieram do Congo. Eles elegiam um casal de líderes — um rei e uma rainha — e encenavam uma visita aos portugueses, com vestimentas luxuosas, dançando e tocando tambores. Aqui, essa festa é contada em versos de Sonia Rosa, e ilustrada ricamente por Rosinha Campos.

Capoeira

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Autora: Sonia Rosa

Era uma vez um país chamado Brasil. Depois que os portugueses tomaram posse do país, trouxeram da África muitos negros para trabalhar como escravos. Eles trouxeram suas músicas, suas danças, suas línguas, sua religião e muitos outros costumes, que com o passar dos anos, foram se misturarando com os dos índios que aqui moravam e com os dos portugueses. Vários desses costumes viraram partes importantes da cultura do país, mas muita gente não se lembra de que eles foram trazidos pelos escravos. A coleção Lembranças Africanas fala dessa herança. O primeiro livro da coleção traz todo o encanto da capoeira, luta gingada que surgiu no Brasil, a partir dos negros bantos de Angola, que vieram para o Brasil como escravos — uma forma de defesa nas lutas contra a escravidão. Os escravos das fazendas iam para as capoeiras (capinzais) dançar e lutar. Por isso a luta ficou com esse nome. Com belíssimas ilustrações de Rosinha Campos, ele inicia a coleção recomendada pela FNLIJ.

Bruna e a galinha’angola

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Primeiro livro infantil a retratar o universo mítico africano representado pela Galinha d´angola e sua relação com a criação do universo de uma forma didática, lúdica e prazerosa.

Livro Gercilga de Almeida

Editora: Pallas

O leão, o elefante e a hiena

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Edição bilingüe em crioulo  e português.

Eitora: Edições Kusimon.

País: Guiné Bissau

Ano 1997

Dicionário Crioulo/ Português Infanto Juvenil

 

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Dicionário crioulo /português infanto-juvenil.

Livro de Teresa Montenegro

Editora: Kusimon

Uma Idéia Luminosa

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Entre os temas universais dos contos infantis, está o da disputa entre irmãos para decidir qual está mais capacitado a assumir a direção da família após a morte do pai. Uma idéia luminosa mostra a presença desse tema na literatura da Eritréia. Usando uma linguagem saborosa, o autor consegue transportar o leitor ao local onde se passa a história: em poucas palavras, evoca imagens, aromas, sons, memórias. Depois, vem a solução do desafio, tão simples e tão surpreendente: uma grande lição de criatividade na inspiração que pode surgir quando nos afastamos por um momento do bulício do cotidiano.

Livro de Rogério Andrade

Editora: Pallas

Seis contos Africanos sobre a criação do mundo e do universo

 

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Há muito tempo, o Brasil recebeu muitos homens e mulheres que foram capturados em diversos lugares da África e escravizados. A história de seus povos, os segredos da sua religião, os modos de fazer as coisas eram contados pelos mais velhos para os mais novos; falaram de seus deuses, de seus mistérios, de sua sabedoria. E as velhas lendas continuaram a ser narradas. As seis histórias deste livro são uma amostra da sabedoria que o Brasil recebeu da África. Elas falam da criação do mundo e de alguns deuses africanos.

Livro de Raul Lody

Editora: Pallas

O Filho do Vento

 

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História inspirada num conto tradicional dos koi-san, um povo nómada do sul de África.

Livro de José Eduardo Agualusa

Editora: Língua Geral

Um passeio pela África

 

 

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Angola, Guiné, Costa do Marfim, Senegal, Congo. Em Um passeio pela África, primeiro livro infanto-juvenil do embaixador e acadêmico Alberto da Costa e Silva, os jovens brasileiros Zezinha, Gustavo e Inácio se aventuram por um continente que, na maioria das vezes, conhecemos apenas dos Atlas geográficos. Maior africanista do país e autor do clássico A enxada e a lança, Costa e Silva propõe um delicioso roteiro em que olha para o passado africano — mostrando as diferenças culturais entre os vários povos que vieram para o Brasil como escravos e ajudaram a formar nossa cultura — mas também aponta para o futuro. Fugindo dos clichês, ele revela para os jovens leitores uma África urbana e moderna, sem deixar de destacar as peculiaridades de cada país visitado por seu trio de personagens.

“Um passeio pela África” conta com as ilustrações de Rodrigo Rosa. Multicoloridas, elas enfatizam a imagem de um continente vibrante e plural, destacada pelo autor.

Livro de Alberto da Costa e Silva

Editora: Nova Fronteira

Histórias do Tio Jimbo

 

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Amani-Xaquete, Candace de Méroe, na Antigüidade afro-romana; imperadores mandingas luzindo na Idade Média Africana; um escravo do século XVIII, escrevendo sua autobiografia; revoltas de cativos nos Estados Unidos e no Brasil; um poeta vendido como escravo pelo próprio pai; o navegante negro no cais da Praça Quinze; cientistas, pastores, quilombolas, ialorixás… Nesse seu novo livro, Nei Lopes revela, pela fala “malandra” e intelectual do velho e esperto “Tio Jimbo”, muito do que os currículos escolares e os veículos de comunicação ainda estão por assimilar e difundir. Trata-se de um livro pioneiro, de um escritor singular. Um livro de histórias de Histórias. Saboroso e musical como um bom enredo de uma e politizada escola de samba. Mobilizante como a mais “remota batucada”…

Livro de Nei Lopes

Editora: Mazza Edições